PRÓXIMAS INICIATIVAS

15 e 17 de Junho, 2ª e 4ª feira, pelas 18:30

O consócio Arq. Pedro Ravara, organiza um Workshop sobre a reconstrução da Baixa Pombalina, com o título “RETHINKING PUBLIC SPACE [Post earthquake ground for speculation]”.   

O workshop, destinado a estudantes de arquitectura canadianos – de uma Universidade de Toronto -, e portugueses – da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa -, decorrerá no Grémio Literário entre os dias 15 e 19 de Junho/2015, realizando-se duas conferências, em inglês, onde os sócios poderão participar.

1ª conferência – Segunda-feira, dia 15 pelas 18h30m, na Biblioteca com os seguintes oradores:
                        Arq. Gonçalo Byrne – sobre a Baixa Pombalina
Arq. João Luis Carrilho da Graça – sobre a Cidade

2ª conferência – Quarta-feira, dia 17 pelas 18h30m - Jam Session, na Biblioteca:
Cada arquitecto apresentará temas sobre o seu trabalho profissional em sessões curtas de 10/15 minutos.
Esta conferência contará com a presença dos Aquitectos Pedro Ravara, Nuno Mateus, Pedro Pacheco, Pedro Reis e Nuno Arenga.

 

25 de Junho, 5ª feira, pelas 20:00h
Jantar/debate – Ciclo “Portugal pós - Troika: que Moeda, que Economia, que Futuro?”

Prossegue no próximo dia 25, tendo Carlos Moedas como orador convidado, o ciclo de jantares-debate promovido pelo Clube Português de Imprensa, o Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário, subordinado ao tema “Portugal pós-troika: que Moeda, que Economia, que Futuro?“.
Nascido em Beja, em 1970, há quem considere que a vida de Carlos Manuel Félix Moedas dava um livro. Passou a infância no Alentejo e veio fazer os seus estudos universitários no Instituto Superior Técnico, em Lisboa, onde se licenciou em Engenharia Civil em 1993.
À semelhança de muitos jovens da sua geração, o Programa Erasmus, que cumpriu em Paris, abriu-lhe as portas da Europa e do Mundo. Esse último ano de estudos já fora feito na École Nationale des Ponts et Chaussées e o primeiro emprego é no Grupo Lyonnaise des Eaux, onde projectava estações de tratamento de águas.
Trabalhou em Paris até 1998, onde conheceu e veio a casar com a sua mulher, Céline, hoje docente universitária.
Desde sempre um estudante muito dedicado, decidiu realizar o mestrado numa escola de topo, tendo sido aceite na Harvard Business School, nos EUA, onde obteve o MBA em 2000. Guarda boas recordações desses dois anos intensos, onde compensava as horas de estudo com jantares confeccionados e partilhados com os colegas, portugueses ou de outras nacionalidades.

Daí para a frente foi outro território. Acabou por ir trabalhar mais dois anos, desta vez, no ramo de fusões e aquisições na filial da Goldman Sachs em Londres. Mudou, depois, para o Eurohypo Investment Bank (Grupo Deutsche Bank), especializado em aconselhamento imobiliário e operações de dívida estruturada.
Carlos Moedas voltou a Portugal em 2004, integrando a imobiliária Aguirre & Newmann, de que veio a ser director-geral. Em 2008, criou a empresa de gestão de investimentos Crimson Investment Management, representando em Portugal o Grupo Carlyle.
Filho de um jornalista co-fundador do “Diário do Alentejo”, José Moedas, militante comunista, Carlos Moedas não seguiu a linha ideológica paterna, mas também não foi militante de qualquer outra formação política até 2010, quando apareceu no PSD, como coordenador do sector económico do Gabinete de Estudos. Mais tarde integrou a equipa liderada por Eduardo Catroga, participando na preparação do Orçamento de Estado de 2011. Foi, depois, um activo protagonista nas negociações com a delegação da Troika.
Nas eleições legislativas de 2011 foi eleito deputado pelo Distrito de Beja, vindo a ser secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro Pedro Passos Coelho.
Desde Setembro do ano passado, é o Comissário Europeu para a Investigação, Ciência e Inovação.
Personalidade diplomática, temperada desde cedo no convívio internacional, Carlos Moedas aceitou o convite para intervir no ciclo de jantares-debate, promovido pelo Clube Português de Imprensa, em parceria com o Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário, "Portugal pós-Troika: que Moeda, que Economia, que Futuro?". Uma reflexão em directo a não perder.
O preço do jantar é de 30€ por pessoa.

 

26 de Junho, 6ª feira, pelas 20:30h
Jantar dos Santos Populares – Orquestra de Jazz “Lisbon Swingers”

Estimulados pelo êxito dos anos anteriores, realizar-se-á no dia 26 de Junho, um jantar no jardim, animado pela orquestra de jazz “Lisbon Swingers”. A banda, com cerca de 20 elementos, está voltada para a interpretação dos grandes temas de jazz, nomeadamente dos clássicos americanos da era do swing. Os seus gostos são ecléticos mas procuram, frequentemente, aproximar-se do som típico de orquestras conhecidas como as de Count Basie ou de Duke Ellington.

Caso se verifiquem condições meteorológicas adversas, o evento realizar-se-á no interior do Grémio Literário.

O preço do jantar é de 45€ por pessoa.

 

02 de Julho, 5ª feira, pelas 18:30h
Homenagem a Sir Winston Churchill seguida de jantar de gala

O Grémio Literário e o The Royal British Club, promovem no próximo dia 2 de Julho, pelas 18h30, uma homenagem a Sir Winston Churchill, por ocasião da passagem do quinquagésimo aniversário da sua morte, cujo programa é o seguinte:

18h30m – conferencia na Biblioteca pela conservadora da Chartwell House, Katherine Barnett.

19h30m – Recepção

20h00m – Jantar

Durante o jantar falarão S. E. Kirsty Hayes, Embaixadora do Reino Unido, o Prof. Doutor João Carlos Espada, Presidente da The International Churchill Society of Portugal e o Dr. Francisco Pinto Balsemão, ex-Primeiro Ministro de Portugal, Presidente do Grupo Impresa, sócio do Grémio Literário e do the Royal British Club.

Solicita-se o uso de smoking ou fato escuro para os homens.

O preço do jantar é de 40,00€ para sócios e de 50,00€ para os seus convidados.

Solicita-se a marcação do jantar, até dia 25 de Junho de 2015.